quinta-feira, 28 de agosto de 2014

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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Camiseta Peppa e George Pig


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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O que é ser mãe ?


AULAS DE MÚSICA MELHORAM APRENDIZADO DE LEITURA PARA CRIANÇAS COM DIFICULDADES, DIZ ESTUDO




Veículo: O Globo (RJ)​
Pesquisadores também acompanharam o desenvolvimento cerebral dos alunos
Aulas de música na escola podem melhorar as notas em leitura de alunos com baixo desempenho. Essa é a principal conclusão de uma pesquisa que foi apresentada à Associação Americana de Psicologia. Entendida como uma forma de linguagem, aulas de canto ou de instrumentos musicais podem aumentar o rendimento em habilidades como escrita e compreensão de texto em qualquer idioma.
Estudos anteriores já haviam destacado que a aprendizagem da música pode melhorar a concentração, memória e concentração das crianças na sala de aula, melhorando as suas funções neurais. No entanto, esta foi a primeira pesquisa a se concentrar em crianças com baixos desempenhos acadêmicos.
Os pesquisadores acompanharam grupos de estudantes ao longo de dois anos, sendo um deles com aulas de música. Ao todo, foram mais de 100 crianças de regiões pobres de Chicago e Los Angeles. Todas as crianças tinham QIs semelhantes e capacidade de leitura no início do estudo.
Ao comparar os resultados após dois anos, descobriu-se que dar aulas regulares de música por cinco ou mais horas por semana impediu qualquer declínio em habilidades de leitura, o que seria normalmente esperado em áreas mais pobres.
Outro grupo de alunos adolescentes participou de ensaios de bandas ou aulas de canto diariamente na escola, enquanto os pesquisadores registravam suas ondas cerebrais para avaliar como eles responderam a sons da fala.
Após dois anos de formação musical, os resultados mostraram que o grupo musical foi mais rápido e mais preciso para distinguir um som do outro, principalmente quando havia o ruído de fundo, em comparação a um grupo que não participou de nenhuma atividade musical.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014



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Você sabia que a birra faz parte do desenvolvimento infantil?




A paciência dos profissionais da educação e dos cuidadores sempre é posta à prova quando o assunto é a birra das crianças, especialmente quando os pequenos estão na faixa dos dois e quatro anos. É justamente nessa etapa de desenvolvimento que as manhas afloram, justamente porque é quando as crianças começam a desenvolver a identidade e a vontade própria. Ou seja, até as birras podem virar aprendizado, se você souber como lidar com elas.
Mas, em que momento elas surgem no dia a dia dos pequenos? Eles são dependentes e quando se deparam com suas limitações e com os “nãos”, frustram-se e perdem o controle. O berreiro ou o debater-se no chão, aos gritos, significa algo como: “quero fazer isso do meu jeito e não do seu!”. Como a criança ainda não desenvolveu a sua capacidade de saber esperar, não tem a noção do tempo, ela fica desassossegada e angustiada porque não consegue o que quer na mesma hora.
É hora de agir e ajudá-la a entender que existem outras maneiras mais tranquilas de se comunicar. Deixar que a birra torne-se uma reação frequente e comum da criança pode comprometer a sua personalidade e prejudicar as relações futuras. Por isso, fique ligado nestas dicas.
1. Respire fundo. Claro que é difícil manter a tranquilidade diante de um escândalo do pequeno, mas, seu equilíbrio é essencial. Por isso, respire fundo eespere que a criança se acalme. Se necessário, leve-a para um local isolado. O que é importante ter sempre em mente: esse comportamento é normal, faz parte do desenvolvimento, mesmo que seja desagradável. Caso a criança se debata e possa machucar-se, segure-a firme e diga, com calma, para ela se tranquilizar. Quando isso acontecer, converse amigavelmente. Se for o caso, pegue-a no colo, porque ela precisa entender que é amada, mas que esse comportamento não é aceitável. Uma boa estratégia para desviar a atenção da birra é pedir à criança que o ajude em alguma atividade. Aqui você estará mostrando a ela a importância do respeito ao outro e que a colaboração e o afeto são importantes.
2. Mas, por quê? Ao dizer um “não”, explique por quê. Nessa fase, as crianças ainda não entendem bem qual o sentido das regras. Por isso, precisamconhecer as razões para acolhê-las. Mas, nem sempre elas compreendem que uma mesma regra vale para outras situações. Por isso, a repetição é necessária.
3. O que está acontecendo? Depois que a crise passar, converse com a criança, fazendo perguntas simples: “o que aconteceu?”, “por que você está agindo assim?”. Escute as respostas para entender se aquele comportamento é normal ou exagerado. Vamos supor que a criança se recuse a brincar de algo específico. Ela pode ter vivenciado alguma experiência traumática que a atividade a faz relembrar. Vale uma análise de cada caso.
4.Exemplo é tudo. É importante que você seja exemplo de autocontrole, porquesuas atitudes e os seus comentários são absorvidos cotidianamente pela criança.
5. Vamos combinar? Uma boa estratégia para evitar as birras são os combinados. Por exemplo, a criança faz manha porque não quer ajudar a guardar os brinquedos após a atividade. Você entra com uma combinação: “Tudo bem não guardar agora, mas que tal você guardar antes de ir para o parquinho?”. Acolher o desejo da criança cria a possibilidade de ela refletir sobre a responsabilidade que tem sobre seus atos. Para o combinado valer a pena, precisa ter algum tipo de recompensa, se for cumprido, e de consequência, se não for. Caso contrário, o esforço não terá sentido para a criança e ela vai pensar que normas não precisam ser obedecidas. No caso do exemplo que demos aqui, a recompensa pode ser um forte abraço ou um cartãozinho com um desenho afetivo feito por você, valorizando a atitude da criança. Se ela não cumprir, não poderá ir ao parquinho aquele dia, fazendo outra atividade.
6. Um cantinho pra pensar. Quando a criança faz um tipo de birra inegociável, como desrespeitar alguém, seja firme e chame-a para uma conversa em que você aponte o que significa a atitude dela e que esse comportamento não é admitido. Depois disso, em um cantinho pré-definido, mas que não a isole nem cause qualquer tipo de medo, peça à criança que fique por alguns momentos, refletindo sobre o que fez. O ideal é um minuto para cada idade. Se a criança tem três anos deixe-a no cantinho por três minutos. Passado o tempo, estimule a criança a dizer o que sentiu e a pedir desculpas pelo que fez.
7. Elogie sempre! Elogiar é essencial para a autoestima dos pequenos. Quando a criança cumprir algum combinado ou entender, sem birra, que ela não poderá ser atendida na hora ou do jeito que quer, enalteça a compreensão dela.

fonte: www.desenvolvimento-infantil.blog.br

quinta-feira, 21 de agosto de 2014


               Festival de pezinhos estilosos !!!!                                       

                                  Girls 

                                           and boys !

                                                                     

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quarta-feira, 20 de agosto de 2014


Afinal, o que é a primeira infância ?


De um modo geral, chama-se Primeira Infância ao período que vai desde a concepção do bebê até o momento em que a criança ingressa na educação formal. Isso quer dizer que a Primeira Infância engloba a gestação, o parto e os primeiros anos de vida da criança. Como o início da educação formal não se dá na mesma idade em todos os países, há diferentes noções do final da Primeira Infância. No Brasil, consideramos que a Primeira Infância acaba quando a criança completa seis anos de idade.

A Primeira Infância é um período muito importante para o desenvolvimento da criança e as experiências dessa época são relevantes para o resto da vida, mesmo aquelas que acontecem durante a gestação e enquanto o bebê é pequeno, ainda não sabe falar e nem tem memória apurada dos fatos que acontecem à sua volta. 
Durante a Primeira Infância ocorrem o crescimento físico, o amadurecimento do cérebro, a aquisição dos movimentos, o desenvolvimento da capacidade de aprendizado, a iniciação social e afetiva, entre outros, e cada um desses aspectos é interligado com os demais e influenciado pela realidade na qual a criança vive. 
Os estudos mostram que quanto melhores forem as condições para o desenvolvimento durante a Primeira Infância, maiores são as probabilidades de que a criança alcance o melhor do seu potencial tornando-se um adulto mais equilibrado, produtivo e realizado. 

Para acompanhar essas e outras postagens sobre a primeira infância, curta nosso blog !

fonte: http://www.fmcsv.org.br/

Que tipo de família faz uma criança feliz?





O que a pesquisa detectou é que crianças que vivem com um pai, com dois pais, com uma mãe ou com o padrasto podem ser tão ou mais felizes que meninos e meninas nascidos e criados em famílias de composição tradicional.
Segundo Jennt Chandreau, da equipe NatCen Social Research que conduziu o estudo, “é a qualidade dos relacionamentos em casa que importa – e não a composição familiar”.
Crianças entrevistadas, de sete anos, que declararam ter uma boa relação com os irmãos, divertirem-se com a família nos finais de semana, ter pai, madrasta ou outro responsável, que cuida delas e que não usa a violência física nem verbal, disseram sentirem-se felizes o tempo todo.
Os pesquisadores analisaram dados coletados de treze mil crianças britânicas de sete anos, que participaram de uma pesquisa em 2008. Não houve diferença significativa nos níveis de felicidade entre as crianças em três situações parentais diferentes: um pai biológico e padrasto; dois pais biológicos ou residindo com um único pai.
No geral, 36% das crianças disseram que estavam felizes o tempo todo, e 64% afirmaram que se sentiam felizes às vezes ou nunca.
O que também foi percebido é que a felicidade dos pequenos sofre forte influência das relações com outras crianças, na escola.
A equipe NatCen Pesquisa Social também analisou dados colhidos em entrevistas com 2.700 crianças britânicas entre onze a quinze anos e encontraram resultados semelhantes aos das crianças mais novas.
Vale uma abordagem com os pais para falar dessa realidade e, também, uma atenção redobrada na escola para detectar quando hostilidades entre os pequenos podem ocorrer e afetar o seu bem-estar.
Confira a matéria completa e conte aqui pra gente se você já presenciou situações ou conheceu crianças, no seu trabalho, que demostravam infelicidade, e como conduziu esse problema na escola.

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Porque o bom é ser criança !!!!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Como escolher um cão para o seu filho




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Chegou a hora de escolher um cachorrinho de estimação para o seu pequeno? Então preste atenção nestas dicas!
De acordo com a psicóloga Natércia Tiba, especializada em crianças e adolescentes, o convívio com animais de estimação é muito saudável, porque ajuda no processo de desenvolvimento da criança. “Ela irá exercitar o senso de responsabilidade. Além disso, passará a trabalhar seus sentimentos como a autoestima, a alegria, a tristeza, a frustração, a tolerância e a compreensão”, afirma a psicóloga.
Um cão de pequeno ou médio porte pode ser a melhor escolha se o seu filho tiver menos de cinco anos, pois ele não tem ainda muito discernimento em relação ao animal, e pode ser derrubado pelo bichinho. Raças como Beagle e Shih-tzu costumam ser dóceis e tolerantes com crianças, além de ter um temperamento brincalhão.
Mamãe, lembre-se que a raça nem sempre determina o temperamento do cachorro. Por isso, peça ajuda a um profissional para testar o temperamento do animal, e opte por um cão de comportamento estável e tranquilo.
Dica: Que tal adotar um animalzinho? Existem vários cães em abrigos e ONGs esperando por uma família carinhosa!
Fontes:http://guiadobebe.uol.com.br/quais-as-melhores-racas-de-cachorros-para-criancas/ http://www.alobebe.com.br/revista/animais-de-estimacao-beneficios-para-criancas-compensam-mudancas-na-rotina.html,72

segunda-feira, 18 de agosto de 2014


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Primeiros passos !




A criança começa a dar sinais de que vai firmar-se em pé e tentar seguir seu rumo. Provavelmente ela deve ter cerca de um ano ou mesmo um ano e meio quando isso acontece. Não importa. Cada uma tem o seu ritmo, que precisa ser respeitado.
Antes de ficar de pé, a maioria engatinha, o que acontece por volta do sétimo ou oitavo mês de vida. Outros simplesmente pulam essa etapa e divertem-se equilibrando nos móveis em busca de apoio. E é nessa fase que os estímulos podem ajudá-los a se sentirem mais seguros.
Mas, alerta os pais: usar andadores é uma prática condenada pela SBP(Sociedade Brasileira de Pediatria) porque pode causar acidentes graves e ainda atrasar o desenvolvimento psicomotor dos bebês. Aliás, já falamos do tema neste blog. Para reler, clique aqui.
Mas, voltando à fase em que a criança começa a arriscar os primeiros passos, é preciso garantir que ela exercite-se em um ambiente sem riscos de acidentes e cercado de muito carinho e atenção, seja em casa, seja na creche.
Vale arrastar os móveis para que o bebê fique à vontade. O melhor é não “facilitar” muito a situaçãoAfastar os brinquedos preferidos, por exemplo, é uma forma de chamar a atenção e fazer com que o pequeno se movimente.
Uma boa opção, desde que feita com cuidado, é segurar as duas mãos da criança e andar com ela. Melhor ainda se essa “caminhada” for em parques e espaços abertos onde os estímulos aguçam a curiosidade da criança. Nessa fase, tropeços e pequenas quedas são comuns, e para evitar que a criança se assuste ou sinta medo de prosseguir, vale reagir com naturalidade nessas situações.
Para os primeiros passos, o ideal é deixar o bebê descalço, em casa, para que seus pés se posicionem melhor e ele sinta o terreno, além de desenvolver de forma mais adequada noções de equilíbrio e de espaço.
Se o dia estiver muito frio, a criança pode usar meias antiderrapantes para continuar suas tentativas. O que se deve evitar são os calçados do tipo Crocs, porque deixam os pés soltos, facilitando as quedas.
Sempre é bom reforçar o cuidado que se deve ter com quinas, móveis que podem cair em cima da criança, toalhas postas em mesas, objetos pontiagudos e peças pequenas, fáceis de engolir.

fonte: http://www.desenvolvimento-infantil.blog.br/ 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014



Mamães, hoje é sexta e nada melhor que dois dias inteirinhos pra ficar com seu(ua) filho(a) ! 

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Saiba como disciplinar o seu filho da forma correta




Disciplinar os filhos, nunca sabemos se estamos fazendo da forma correta ou errada. Aqui algumas dicas de especialistas para nos ajudar .....


fonte: mulher.uol.com.br


Peppa e George ! _19 cm



Porquinha Peppa e seu irmão George_19 cm


Sucesso na TV ! Aproveitem, pronta entrega ! Produto importado em pelucia !


Tecnologia proibida para a criança pequena. O que você acha disso?









Para a Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadense de Pediatriacrianças de zero a dois anos não devem ser expostos a nenhum tipo de tecnologia. Já, crianças de três a cinco anos tem de se limitar a uma hora de exposição por dia. Para meninos e meninas de seis a dezoito anos esse tempo tem de se restringir a duas horas diárias.
O que se sabe, no entanto, é que crianças e jovens ultrapassam quatro a cinco vezes essas recomendações fato que, para os especialistas, pode provocar consequências graves à saúde.
Eis aqui as razões utilizadas para justificar o limite ao uso da tecnologia:
1. Crescimento cerebral – entre zero e dois anos de idade, o cérebro da criança triplica de tamanho – e continua em estado de desenvolvimento acelerado até os 21 anos de idade. O estímulo a um cérebro em desenvolvimento causado por superexposição a tecnologias (celulares, internet, iPad, TV) é associado ao déficit de funcionamento executivo e atenção, atrasos cognitivos, prejuízo da aprendizagem, aumento da impulsividade.
2. Atraso no desenvolvimento – o uso de tecnologia restringe os movimentos, o que pode resultar em atraso no desenvolvimento, impactando a alfabetização e o aproveitamento escolar.
3. Obesidade epidêmica – existe uma correlação entre o uso de televisão e videogames e o aumento da obesidade. Crianças que usam um aparelho digital no quarto têm incidência 30% mais alta de obesidade e são propensas ao diabetes, risco maior de AVC e de ataque cardíaco precoce, resultando na redução da expectativa de vida.
4. Privação de sono – 75% das crianças de nove e dez anos que utilizam a tecnologia livremente, sem supervisão e restrição dos pais, têm déficit de sono em grau tão alto que suas notas escolares sofrem impacto negativo.
5. Doença mental – o uso excessivo de tecnologia é um dos fatores responsáveis pelas incidências crescentes de depressão infantil, ansiedade, transtorno do apego, déficit de atenção, autismo, transtorno bipolar, psicose e comportamento infantil problemático.
6. Agressividade – a mídia de hoje expõe crianças pequenas cada vez mais à violência física e sexual, um risco à saúde pública devido a seu impacto causal sobre a agressividade infantil.
7. Demência digital – o conteúdo de mídia que passa em alta velocidade pode contribuir para o déficit de atenção e também para a redução de concentração e memória, devido ao fato de o cérebro “podar” os caminhos neurais até o córtex frontal.
8. Dependência – pais muito apegados à tecnologia são mais desapegados de seus filhos. Na ausência de apego parental, as crianças podem também apegar-se aos aparelhos digitais, resultando em dependência. Um em cada onze crianças e jovens, de oito a dezoito anos, é viciado em tecnologia.
9. Emissão de radiação – em 2011, a Organização Mundial de Saúde classificou os telefones celulares (e outros aparelhos sem fios) como risco de categoria 2B (possivelmente carcinogênico), devido à emissão de radiação. Em dezembro de 2013, o Dr. Anthony Miller, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Toronto, recomendou que, com base em pesquisas novas, a exposição a frequências de rádio seja reclassificada como risco de categoria 2A (provavelmente carcinogênico).
Se você acessar a matéria completa, que inspirou este post, terá mais informações sobre o tema e as indicações das pesquisas que embasam os nove itens aqui citados.



clique aqui !








fonte: http://www.desenvolvimento-infantil.blog.br/

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Acabôoooo ....

Acabaram as unidades de família Peppa. Agora somente sob encomenda ... Óinc, óinc .....




Em 12/08/2014, estivemos presente no maior fórum de e-commerce da América Latina buscando as melhores práticas de mercado e os melhores parceiros para oferecer um serviço com sempre com a melhor qualidade !

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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Silvertoys Imports:  Sucesso Discovery Kids. Família Peppa pig a pront...

Silvertoys Imports:  Sucesso Discovery Kids. Família Peppa pig a pront...:  Sucesso Discovery Kids. Família Peppa pig a pronta entrega ! Somente pelo  site Família Peppa Pig

Homens que cuidam dos filhos têm cérebro modificado



A chegada de um filho muda a vida dos pais para sempre – e o cérebro humano se adapta a essas transformações. Já se sabe, por exemplo, que as mães, entre outras coisas, experimentam um aumento na massa cinzenta nas áreas associadas com cuidados infantis e ativam redes relacionadas com a vigilância, prazer e motivação, de modo que o seu bebê seja bem atendido. E, claro, criam-se novos neurônios no hipocampo, que ajudam a fortalecer os laços com seu filho.
Mas e os pais? O que acorre com o cérebro deles? Sobre esse tema, a Universidade de Tel Aviv, em Israel, realizou um estudo que buscou investigar os efeitos que o bebê produz nos pais que se envolvem com os cuidados do filho em tempo parcial ou que se tornam o principal cuidador do bebê. As conclusões apontaram alterações cerebrais tanto na rede emocional, incluindo estruturas associadas com a vigilância, saliência, recompensa e motivação, como na rede de mentalização, envolvendo circuitos relacionados à compreensão social e empatia cognitiva.
Os principais achados do estudo foram sintetizados pelo site Aleitamento.com a seguir. O estudo completo também está disponível, apenas em inglês
fonte: http://www.radardaprimeirainfancia.org.br/

domingo, 10 de agosto de 2014

Pai não é visita!





->>Para seu filho


Hoje vamos relembrar a importância do pai não só no desenvolvimento da criança, mas no bem-estar da mãe durante a gravidez, no parto e pós-parto. 
O difícil é que, mesmo querendo ficar ao lado da mulher, a opção nem sempre é tarefa fácil. Embora exista uma lei federal que oficialize esse direito, médicos e gestores de hospitais, especialmente do SUS, estão descumprindo-a.
A Lei 11.108, sancionada em 2005, define que toda gestante pode ser acompanhada por alguém de sua escolha antes, durante e depois do parto. E nada melhor do que o pai do bebê para assumir esse papel.
Segundo reportagem publicada no dia 28 de janeiro de 2013, no jornal O Estado de São Paulo64% das 54 mil mulheres entrevistadas entre maio e outubro de 2012 pela ouvidoria da Rede Cegonha não puderam ser acompanhadas na hora do parto. Os hospitais do SUS alegam que faltam espaços e infraestrutura, o que comprometeria a segurança da parturiente. Mas, para especialistas, esses obstáculos precisam ser vencidos. O acompanhante é essencial, porque acalma a gestante, a deixa segura, e torna a experiência do parto mais positiva, já que, amparada, a mulher sente menos dores e desconforto.
O pai também tem um papel essencial depois do nascimento do bebê, ajudando a mãe a recuperar-se e acostumar-se com essa nova experiência, diminuindo a possibilidade de ela ser acometida por uma depressão pós-parto. A importância dessa participação é tão evidente que alguns projetos de lei estão tramitando para ampliar a licença-paternidade, que hoje é de cinco dias remunerados. Um deles é o da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), que amplia o benefício para 15 dias.
A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) também apresentou uma proposta e, desde 2011, está coletando assinaturas para levá-la aos deputados com o objetivo de acelerar a aprovação do Projeto de Lei 879/11, que amplia a licença de 5 para 30 dias. A proposta quer beneficiar funcionários de empresas que integrem o Programa Empresa Cidadã (iniciativa que permite a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses). A proposta também quer garantir o mesmo direito para pais de crianças adotadas, como forma de estimular o estreitamento de laços e a criação de vínculos.
Em outras partes do mundo, a licença-paternidade chega até a 3 anos sem remuneração. É o caso da Alemanha e da França. Nos EUA, o tempo é de 3 meses. Nosso país está à frente de outras nações da América Latina, como Argentina e Paraguai, que garantem apenas 2 dias remunerados.
Para quem aprova essa mudança, é possível aderir aos movimentos que já ganharam as redes sociais. Uma das alternativas de participação está no site da AVAAZ, criado por uma rede de ativistas para mobilização social, dentre eles a Res Publica, de advocacia global.
Outra maneira de exercer a cidadania é denunciar o descumprimento da Lei 11.108, que prevê acompanhante às gestantes. Basta ligar para o Disque Saúde (136) e falar diretamente com a Ouvidoria Geral do SUS.

fonte: www.desenvolvimento-infantil.blog.br

Nossa homenagem aos nossos super heróis !


sexta-feira, 8 de agosto de 2014



 Sucesso Discovery Kids. Família Peppa pig a pronta entrega ! Somente pelo site

Família Peppa Pig

Era uma vez um bebê com asas…


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Neste post, vamos refletir sobre o desenvolvimento do discurso narrativo dos pequenos, a partir de histórias que ouvem, contam e recontam, mesclando ficção e realidade.
Os especialistas afirmam que, antes mesmo de começar a falar, o bebê é capaz de entender as histórias contadas pelos adultos. Esse contato com relatos do dia a dia, de situações reais ou as presentes nos contos de fadas, é que vai formando um cardápio de imagens, nomes e roteiros que o pequeno usará mais tarde. Nessa etapa, começa o longo processo da construção do discurso narrativouma das principais formas de expressão do ser humano para exercer a troca comunicativa.
A criança também observa e se espelha nos usos e no funcionamento da linguagem dos adultos, os porta-vozes da cultura onde ela está inserida.
Por isso, quando começa a falar, ela lança mão desse repertório acumulado desde os primeiros meses de vida para descrever suas vivências e sensações.
Quando a criança começa a contar de si, misturando realidade e ficção, o adulto deve encarar esse recurso como um dos elementos mais importantes ao desenvolvimento cognitivo e afetivo da criança e não como falta de discernimento entre o real e o imaginário.
A postura do adulto na interlocução com os pequenos pode fazer toda diferença. Ele deve estimular a criança a ir além dos recursos que ela utiliza em suas construções.
É o chamado “jogo de contar”. Ao recontar a história de um livro, por exemplo, sobre um menino que tinha medo de escuro, a criança pode dizer que ela escondeu-se atrás da porta quando o escuro chegou. O interlocutor explora esse aspecto, perguntando se o personagem do livro fez a mesma coisa, qual era seu nome, o que ele disse, e assim por diante, criando uma relação de cumplicidade com a criança.
Outra forma que simboliza as narrativas infantis é quando os pequenos criam papéis e situações de faz-de-conta, nas brincadeiras, tornando-se super-heróis que salvam pessoas de situações de risco.
O psicanalista e pesquisador da infância Donald Winnicott (1986-1971) nomina essas simbolizações como espaço potencial, uma área de experiência onde as crianças brincam com a realidade, dão um sentido aos elementos que encontram, mas de um jeito que possam lidar com eles. Esse espaço potencial, segundo Winnicott, deve ser garantido pelo adulto para que a criança exercite sua criatividade e construa uma forma autêntica de encarar a vida. Ou seja, se a criança relata um evento real com doses de fantasia, reprimi-la dizendo-lhe que está mentindo é seguir na contramão de seu desenvolvimento. Às vezes essa repressão ocorre por que alguns acreditam que aceitar a fantasia é colaborar para a instalação de um padrão de comportamento (“vai virar um adulto mentiroso”), o que não é verdade.
Mas, para que a criança possa exercitar sua criatividade e desenvolver-se, ela precisa ter matéria-prima, com histórias diversificadas. O contato permanente com relatos de vivências nos grupos por onde circula, de adultos e de outras crianças, e com textos literários é essencial para que ela apreenda cada vez mais os aspectos estruturais da narrativa, como marcadores de tempo, de espaço e a contextualização.
Saiba mais sobre o tema nesta matéria da Revista Nova Escola, e leia também os artigos que exploram o assunto na Enciclopédia da Criança.

fonte: http://www.desenvolvimento-infantil.blog.br/

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Dormir bem é preciso, e desde pequeno. Veja por quê.



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A concorrência é grande: celulares, tablets, TV… tudo fascina a criançada que, na hora de dormir, tem sempre algo mais a fazer e a noite passa a ser um “problema” para os pais, que não conseguem colocar os pequenos na cama, sem antes travar uma “batalha” de convencimento.
E a situação piora na adolescência, quando naturalmente o relógio biológico atrasa duas horas. Só que, no dia seguinte, a escola continua no mesmo horário. Ou seja, dormem pouco.
Essa rotina faz mal em qualquer idade. Para os bebês, atrapalha o amadurecimento das funções neurológicas. Crianças pequenas ficam mais agitadas e irritadas.
O sono é o momento em que tudo o que a criança vivenciou no dia é devidamente “armazenado”. Segundo especialistas, quem descansa menos de dez horas por noite é mais propenso a desenvolver problemas cognitivos e de comportamento na escola.
Também é durante o sono que os hormônios que regulam o apetite e o metabolismo da insulina são produzidos. Isso significa que dormir pouco pode levar ao diabetes e à obesidade na adolescência.
Mas, o que fazer para que a criança pequena vá pra cama na hora certa e tenha uma boa noite de sono? A primeira mudança na rotina tem de vir dos pais. Ter um horário determinado para cada coisa é essencial, porque regula também o relógio biológico.
No caso de bebês, é preciso colocá-los no berço sempre no mesmo horário. Banho, massagem, música baixa e tranquila ajudam a criar um clima. Os pais não devem permanecer no quarto com a criança por muito tempo. O ideal é sair pouco antes de o bebê dormir de fato. Assim, nas várias vezes que ele acordar à noite, não encontrar o pai ou a mãe do lado será algo natural.
Para crianças até oito anos, o horário ideal de ir pra cama é por volta das 19h. Depois desse tempo, elas voltam a ficar agitadas. Vale desacelerar a rotina um pouco antes desse horário, evitando atividades agitadas e situações de estresse.
Criar rituais para dormir também ajudam os pequenos a entrar no clima: escovar os dentes, fazer xixi, ler, dar boa noite…

fonte: http://www.desenvolvimento-infantil.blog.br/

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Ler é preciso. E é na infância que tudo começa…





Pesquisas do mundo todo mostram que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente se for com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral. "Por meio da leitura, a criançadesenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores", diz Márcia Tim, professora de literatura do Colégio Augusto Laranja, de São Paulo (SP). 
1808Especial Importância da Leitura 
Ler é um hábito poderoso que nos faz conhecer mundos e ideias. Descubra a importância da leitura para todas as idades!


A leitura frequente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita. A proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e ajuda em todas as disciplinas, já que o principal suporte para o aprendizado na escola é o livro didático. Ler também é importante porque ajuda a fixar a grafia correta das palavras. 

Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Isso quer dizer que o contato com os livros pode mudar o futuro dos seus filhos. Parece exagero? Nos Estados Unidos, por exemplo, a Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children's Reading Foundation) garante que, para a criança de 0 a 5 anos, cada ano ouvindo historinhas e folheando livros equivale a 50 mil dólares a mais na sua futura renda. 

Então, o que está esperando? Veja nossas recomendações e estimule seu filho a embarcar na aventura que só o bom leitor conhece. Você pode encontrar boas dicas de livros em nossa biblioteca básica de leitura!


fonte: educarparacrescer.abril.com.br

terça-feira, 5 de agosto de 2014

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Silvertoys Imports: Silvertoys ! Sempre uma novidade bacana !

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Mochilas pesadas versus saúde da criança pequena




Em época de volta às aulas, ótima reportagem !
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Muitas vezes, as famílias deixam os pequenos encher a mochila com itens desnecessários, que só geram mais peso. Outras vezes, são os próprios pais que exageram. Para ter algumas referências de como acertar na dose, destacamos alguns itens que ajudarão você a perceber qual criança está carregando peso demais, alertando seus pais sobre isso.
1. A mochila não deve ultrapassar 10% do peso da criança. Se ela tem 25 quilos, a mochila não pode ter mais de 2,5 quilos.
2. Na Educação Infantil é suficiente levar à escola apenas uma troca de roupa extra e um agasalho. Para crianças maiores, apenas o material do dia. Garrafas de água podem ser transportadas vazias e enchidas na escola.
3. Mochila carrinho é uma boa opção para quem precisa carregar muita coisa, mas a alça deve estar na altura do quadril da criança, evitando que ela se incline ou tensione o corpo para o lado ao transportá-la.
4. Mochilas com alças almofadadas não machucam. Devem ser reguláveis e com uma largura mínima de quatro centímetros nos ombros.
5. A criança não deve carregar a mochila em um ombro só. Sempre nos dois. As alças não podem ficar frouxas e precisam ser simétricas. A base da mochila deve estar a cinco centímetros da linha da cintura e nunca em cima do bumbum.
6. Ter armários na escola, para que os alunos guardem os materiais da semana, é outra ótima opção.

domingo, 3 de agosto de 2014

Todo mundo precisa de limites. As crianças também.






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Para começar, o artigo traz a posição do psicólogo Gustavo de Lima Bernardes Sales, coordenador do Núcleo da Criança e do Adolescente do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, sobre não “taxar” um comportamento da criança de positivo ou negativo. “Existem muitas variáveis que contribuem para um determinado tipo de atitude.Pode ser por influência familiar, social, da escola ou da própria criança”. A matéria alerta que os adultos precisam observar de perto porque algumas crianças adotam certas ações para mostrar como se sentem.
O texto também traz a importância do exemplo. Se adultos falam palavrões, gritam um com o outro, usam a agressividade como forma de se impor, a criança seguirá o mesmo caminho.
Confira as principais dicas contidas na matéria, que adaptamos aqui, para comportamentos comuns na infância.
Birra em locais públicos – a criança se joga no chão e começa a dar aquele “show” porque quer alguma coisa. Levar a criança para um ambiente à parte ou tentar acalmá-lo são estratégias que podem funcionar em alguns casos. Mas, como regra geral, o ideal é ignorar o “show” e, depois que a criança se acalmar, abaixar-se na altura dela e falar com calma, dizendo que esse tipo de atitude é totalmente reprovável, sem ceder à vontade da criança.
Tirar sarro dos amigos – o bullying deve ser combatido imediatamente pelos adultos, por meio uma boa conversa que explique e demonstre à criança valores como consideração pelas diferenças e respeito ao próximo. Mas, vale lembrar novamente a importância do exemplo. Se o adulto não respeita outro adulto, a criança entenderá que a regra é essa.
Falar palavrão e xingar as pessoas – ao ser xingado, se o adulto devolver a agressão, não vai colaborar em nada à mudança de comportamento da criança. É aconselhável que todo o ambiente do entorno da criança seja de respeito, onde xingamentos e agressões inexistam. O adulto que foi agredido deve dizer clara e calmamente à criança que essa atitude o entristeceu e o magoou.
Comer guloseimas em excesso – se a criança come compulsivamente, provavelmente alguma coisa algo está faltando para ela. O problema pode agravar-se mais se, em casa, os maus hábitos alimentares forem uma dinâmica da família. Convidar a criança para colocar a mesa e ajudar a organizar a refeição, dificultando o acesso a guloseimas, valem como estratégias para a mudança do comportamento.
fonte: http://www.desenvolvimento-infantil.blog.br/
 

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