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quarta-feira, 13 de abril de 2016

A primeira infância saudável fortalece o país !



fonte: desenvolvimento infantil




Precisamos fazer agora o que ainda não realizamos pela Primeira Infância. Sem cuidar da gestação e dos primeiros seis anos de vida fica mais difícil construir uma sociedade justa e sustentável, já que sua base permanece frágil.
Grande parte dos especialistas já sabe a importância do desenvolvimento na Primeira Infância (DPI). Mas ainda não é o suficiente, porque a sociedade precisa também assumir o compromisso de cuidar de sua base.
Para que consigamos trabalhar juntos nesse objetivo, é urgente pensar em vários fatores e interligá-los. O velho modelo de olhar a criança “em partes” não dá mais certo. Por isso, trabalhar em conjunto se faz necessário para que os pequenos sejam vistos e cuidados de forma integral.
Em outras palavras, isso significa:

1. Cuidar das boas condições de saúde oferecidas a gestantes, mães e crianças
2. Garantir uma nutrição adequada
3. Preservar os cuidados parentais (
cuidar da família para que ela possa cuidar de seus filhos)
4. Oferecer forte apoio social (políticas públicas que fortaleçam as famílias, os profissionais que atuam com as crianças)
5. Favorecer interações estimulantes fora de casa (espaços de lazer, escola, clubes, associações, dentre outros)

Essas iniciativas ajudam a construir um capital humano saudável, ou seja, as pessoas que formam a sociedade, especialmente as crianças que se desenvolverão dentro dela e que poderão ou não se tornar adultos éticos, profissionais competentes, pais afetivos, cidadãos comprometidos…
Vai depender muito de como investimos na Primeira Infância hoje, destinando recursos públicos e privados para ações que favoreçam o bom desenvolvimento infantil em todos os seus aspectos.
Para mais informações, leia os artigos sobre esse tema na Enciclopédia da Criança. Ali tem bastante informação para quem, como você, também acredita que a Primeira Infância é primordial ao desenvolvimento sustentável de nosso país.

Leia mais:




quarta-feira, 6 de abril de 2016

Qual a importância da primeira infância na vida adulta ?






Caio Megale, mestre em economia pela PUCRJ - escreveu em seu artigo publico no Valor Economico, sobre aspectos que definem o bem estar das pessoas e, dentre eles, sendo de fundamental importância, é a educação e mais que isso, a educação na primeira infância (compreendida entre gestação até os seis anos), pois é ela que determina o sucesso dos indivíduos ao longo da vida.Quando Caio fala de educação, não se restringe somente a escola.

“Crianças expostas à estimulação adequada, acompanhamento próximo dos pais ou responsáveis e a um ambiente saudável – o que envolve inclusive boas condições de saúde, saneamento e alimentação – têm maior probabilidade de desenvolver sua capacidade cognitiva, ou seja, de competência para interpretar, refletir, raciocinar, assimilar ideias complexas etc. E o aumento da cognição está correlacionado com melhor desempenho escolar e, por conseguinte, maiores chances de sucesso profissional na vida adulta”.
Confira esses dados:

Entre 2001 e 2013, o percentual de crianças de até três anos de idade em creches subiu de 14% para 28%.
Entre 4 e 5 anos de idade, o percentual já se aproxima de 90%.
O percentual da população com banheiro em domicílio supera 95%.
A população com acesso a saneamento básico avançou de 39% em 1992 para 58% em 2014.
A taxa de mortalidade infantil até 5 anos caiu de 61 (em mil) em 1990, para 16 (em mil) em 2014.
Os índices indicam avanços na qualidade de vida e impactam no tempo de permanência de crianças e jovens na escola – eram menos de cinco anos em 1992, passando para oito anos em 2014.
No entanto, mesmo com esses avanços, a mão de obra brasileira não está melhor. A produtividade ficou estagnada. Por quê? Segundo Megale, porque a qualidade da educação deixa muito a desejar. A da saúde também.
Como mudar esse cenário?
Primeiro, investindo em projetos e políticas públicas que foquem a Primeira Infância, base de todo o desenvolvimento humano. Segundo, criando estratégias no longo prazo, ou seja, que promovam o bem-estar da gestante, o cuidado do bebê, da criança, a qualidade da creche e pré-escola, o apoio a famílias que vivem em situação de risco social

fonte: http://www.fmcsv.org.br/


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Desenvolvimento socioemocional





Como nasce as habilidades socioemocionais das crianças ? O que é isso e como posso colaborar?
Na Primeira Infância (período que vai da gestação aos seis anos), essas habilidades são construídas a partir das interações com outras pessoas e dos cuidados recebidos. 
Entenda mais sobre isso clicando no link abaixo:

http://ow.ly/YoLkr


FONTE: Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal


Apoio:


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Porque lindas crianças de transformam em adultos criminosos ?







fonte: http://desenvolvimento-infantil.blog.br/

A resposta não é única, mas já se sabe que o que crianças experimentam na Primeira Infância (período da gestação aos seis anos) pode determinar o tipo de adulto que elas serão. Qual o papel da família e dos educadores no comportamento e na formação do caráter dos pequenos?

Como bebezinhos tão bonitinhos podem tornar-se criminosos… – Uso de drogas, tabaco e álcool na gravidez são fatores que contribuem a um comportamento violento quando adultos, assim como a falta de limites ou as agressões físicas e morais sofridas na infância.

Como ajudar as crianças a lidar com relacionamentos abusivos – Bullying é uma realidade que afeta as pessoas em qualquer fase da vida. Mas sofrer essa agressão nos primeiros anos de vida pode ser determinante ao futuro da criança, causando traumas e problemas que, se não cuidados, prejudicarão o seu desenvolvimento.

Brincar com outras crianças é importante! – Pode parecer óbvio, mas nem sempre as crianças são estimuladas pelos adultos a conviver com seus pares. A vontade de interagir é uma característica natural, que os bebês já demostram aos seis meses. Potencializar essa tendência é o nosso papel de educadores – e também das famílias.

Agrupar ou isolar crianças problemáticas. Perigo! – Algumas escolas e espaços educativos ainda usam essa estratégia totalmente inadequada. Agrupar ou excluir crianças com desvios de comportamento só reforçará o problema, podendo torná-lo crônico ou incontrolável. Essas crianças precisam de boas referências, por isso o convívio com outras, diferentes delas, é essencial.
Utilize esse material para suas reflexões e, também, compartilhe-os com seus colegas de trabalho e famílias, ajudando-nos a fortalecer a Primeira Infância brasileira e, consequentemente, a construir de uma sociedade mais saudável para todos nós.


Apoio: " A queridinha das mamães "





segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Pai é quem cria !




fonte imagem: Tumblr.com

No último dia 9 de agosto, quando celebramos o Dia dos Pais, o jornal “Folha de SPaulo” publicou o caderno especial “Pai é quem cria”, o primeiro de três cadernos que compõem a série sobre a Primeira Infância (período da gestação aos seis anos). Clique aqui para ler o caderno.
Um dos assuntos abordados pelo caderno é a licença paternidade. No Brasil, atualmente, ela é de cinco dias, mas uma proposta, defendida por parlamentares da Frente Parlamentar da Primeira Infância, aprovada pela Câmara de Deputados e em estudo pelo Senado, quer aumentar esse prazo para vinte dias. Uma pesquisa inédita, realizada pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP), em parceria com a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, mostrou que essa ampliação custaria anualmente aos cofres públicos 0,009% (99 milhões de reais). No entanto, a mesma pesquisa indica que os benefícios da iniciativa não só compensariam os gastos (considerados muito baixos) como viabilizariam novos ganhos sociais, como: ampliação do período da amamentação (a mãe contaria com mais apoio), o vínculo do pai com a criança (de importância indiscutível e cientificamente comprovada), a redução da desigualdade de gênero, já que o homem assumiria mais tarefas domésticas, dentre outras.
Isso significaria que a criança teria um suporte emocional maior, algo que refletirá positivamente no seu desenvolvimento e na vida adulta.
Se o projeto for aprovado, a situação brasileira ficará como a de Portugal, onde a licença paternidade já é de vinte dias. Mas há países em que ela é bem mais ampla, como a Islândia e a Eslovênia, com noventa dias.
destaque 1
O caderno também traz uma entrevista com Jack Shonkoff, Diretor do Centro de Desenvolvimento Infantil da Universidade de Harvard. Ele faz várias reflexões importantes e afirma que “o desenvolvimento da criança depende mais da atenção dos adultos e das brincadeiras do que de aulas cheias de estímulo”.
Doze questões, normalmente feitas pelos pais, também são respondidas em outra reportagem do caderno. “É melhor a criança pequena ficar em casa ou ir pra escola?”; “ É possível dividir tarefas entre o pai e a mãe para beneficiar mais o bebê?”; “Quais atividades os pais devem fazer com os bebês?” são algumas delas.
Você pode conferir o conteúdo desse primeiro caderno e ficar atento à publicação dos outros dois: “Elas e as telas”, que discutirá a relação da criança com a tecnologia (16 de agosto de 2015), e “Hora da escola”, que abordará as diversas linhas pedagógicas e a pré-escola (23 de agosto de 2015). Não perca!


fonte: http://desenvolvimento-infantil.blog.br/

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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Banho em recém-nascido




Mamães,

Dar banho em recém-nascido não é tarefa das mais fáceis. Junta a falta de prática, mudança de hábitos e vida, mudança de ambiente para o bebê.

 A FMCSV elencou 10 passos úteis para esse momento tão delicado. Leia com atenção e tenha certeza que tudo dará certo !


Passo 1 – Organize tudo antes de tirar a roupinha do bebê (espaço, acessórios, roupa, algodão etc.).
Passo 2 – Prepare a água na banheira (que deve estar bem limpa), na temperatura de 35 a 36 graus (se o dia for quente, pode ser um banho mais fresquinho). Meça a temperatura com o termômetro ou com a parte interna do antebraço, que é bem sensível.
Passo 3 – Tire a roupa do bebê e aproveite para conversar com ele, contar que é hora do banho, acariciá-lo, interagir com a criança.
Passo 4 – Higienize a genitália com água morna para retirar o grosso das fezes.
Passo 5 – Enrole o bebê na toalha (pra dar firmeza) e lave a cabeça com xampu adequado.
Passo 6 – Limpe os olhos com algodão úmido e passe sabonete nas orelhas, tomando cuidado com os ouvidos. Lave o rosto com água e seque a cabeça do bebê para que não se resfrie.
Passo 7 – Retire a toalha e coloque o bebê no banho de imersão, apoiando-o no seu antebraço, de barriga para baixo, com a cabeça inclinada para cima e pés na banheira.
Passo 8 – Lave as costas, o bumbum e a parte de trás das pernas.
Passo 9 – Vire o bebê de lado. Segure as duas mãos dele, com firmeza, sobre o peito para virá-lo para cima. Lave pescoço, ombros, braços, mãos, barriga, tórax, coto umbilical, genitália, pés e pernas.
Passo 10 – Retire o bebê da água, lentamente, segurando suas mãos sobre o peito. Enrole-o na toalha e coloque-o sobre uma superfície firme para enxugá-lo.



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quarta-feira, 11 de março de 2015

INTENSIFICANDO O DESENVOLVIMENTO DA PRIMEIRA INFÂNCIA: INVESTINDO NA PRIMEIRA INFÂNCIA COM GRANDES RETORNOS




O investimento na primeira infância não é apenas a coisa certa a ser feita do ponto de vista ético, mas também a coisa inteligente a ser feita do ponto de vista econômico para as crianças, bem como para suas famílias, suas comunidades e a sociedade em geral.

Este documento é um guia simples para políticos e profissionais sobre como investir na primeira infância. Ele identifica 25 intervenções DPI essenciais que podem ser feitas por meio de cinco pacotes integrados em diferentes fases da vida de uma criança, abrangendo os setores de educação, saúde, nutrição, água, saneamento e proteção social. Esses cinco pacotes de intervenções são: (i) o pacote apoio à família, (ii) o pacote gravidez, (iii) o pacote nascimento, (iv) o pacote saúde e desenvolvimento infantil e (v) o pacote pré-escola. 

O documento também estabelece quatro princípios simples que os países podem seguir ao elaborar e implementar estratégias bem sucedidas de DPI: (i) preparar diagnóstico e estratégia DPI; (ii) implementar amplamente por meio da coordenação; (iii) criar sinergias e reduzir custos por meio de intervenções integradas; e (iv) monitorar, avaliar e ampliar intervenções bem sucedidas.


fonte: http://www.fmcsv.org.br/

Apoio:
www.repipiu.com.br

 

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