Mostrando postagens com marcador bebê. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bebê. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Banho em recém-nascido
Mamães,
Dar banho em recém-nascido não é tarefa das mais fáceis. Junta a falta de prática, mudança de hábitos e vida, mudança de ambiente para o bebê.
A FMCSV elencou 10 passos úteis para esse momento tão delicado. Leia com atenção e tenha certeza que tudo dará certo !
Passo 1 – Organize tudo antes de tirar a roupinha do bebê (espaço, acessórios, roupa, algodão etc.).
Passo 2 – Prepare a água na banheira (que deve estar bem limpa), na temperatura de 35 a 36 graus (se o dia for quente, pode ser um banho mais fresquinho). Meça a temperatura com o termômetro ou com a parte interna do antebraço, que é bem sensível.
Passo 3 – Tire a roupa do bebê e aproveite para conversar com ele, contar que é hora do banho, acariciá-lo, interagir com a criança.
Passo 4 – Higienize a genitália com água morna para retirar o grosso das fezes.
Passo 5 – Enrole o bebê na toalha (pra dar firmeza) e lave a cabeça com xampu adequado.
Passo 6 – Limpe os olhos com algodão úmido e passe sabonete nas orelhas, tomando cuidado com os ouvidos. Lave o rosto com água e seque a cabeça do bebê para que não se resfrie.
Passo 7 – Retire a toalha e coloque o bebê no banho de imersão, apoiando-o no seu antebraço, de barriga para baixo, com a cabeça inclinada para cima e pés na banheira.
Passo 8 – Lave as costas, o bumbum e a parte de trás das pernas.
Passo 9 – Vire o bebê de lado. Segure as duas mãos dele, com firmeza, sobre o peito para virá-lo para cima. Lave pescoço, ombros, braços, mãos, barriga, tórax, coto umbilical, genitália, pés e pernas.
Passo 10 – Retire o bebê da água, lentamente, segurando suas mãos sobre o peito. Enrole-o na toalha e coloque-o sobre uma superfície firme para enxugá-lo.
Apoio:
Marcadores:
banho,
bebê,
primeira infancia,
primeiro banho,
primeiros passos
quarta-feira, 18 de março de 2015
Como anda o intestino do bebê ?
Não é incomum pais procurarem o pediatra ou outros agentes de Saúde porque seus filhos pequenos estão com o intestino preso ou com fezes “estranhas”. Aliás, a cor e a consistência das fezes acabam servindo de parâmetro para suspeitar se há algum problema com o bebê. Veja estas informações para ajudar os pais, com quem você atua no seu trabalho pela Primeira Infância, a entenderem melhor o assunto.
É importante que os pais saibam que esse processo, da eliminação das fezes, já começa a ser preparado no parto. Até então, como feto, nada acontece. É na hora do nascimento que se inicia a formação dos micro-organismos que vão habitar o sistema digestivo da criança.
E veja que interessante: o bebê que nasce de parto normal terá uma flora intestinal distinta daquele que vier ao mundo por meio da cesariana. Outra informação importante é que aqueles que se alimentarem do leite materno serão beneficiados com uma melhor formação da flora (e com um ritmo intestinal mais tranquilo).
Com relação à coloração e consistência das fezes, a dos recém-nascidos é verde-escura e pegajosa. Mais à frente, elas vão amarelar e podem também ter o tom marrom escuro. Enquanto só se alimentarem de leite, as fezes do bebê serão mais líquidas ou pastosas.
O ritmo intestinal muda em cada criança. Enquanto algumas, quando pequenas, evacuam a cada vez que mamam, outras ficam alguns dias sem evacuar.
Na avaliação geral, para saber se a criança está bem, vale observar como ela se comporta. Ela sorri? Está tranquila? Brinca normalmente? Dorme e se alimenta sem problemas? Então, tudo vai bem, mesmo que o intestino esteja preso por alguns dias.
Sinais que precisam de atenção são alterações bruscas no ritmo intestinal, assaduras frequentes, mesmo com toda higiene necessária, fezes muito claras ou avermelhadas, inchaço na barriga, vômito e diarreia. A melhor dica para os pais, no aparecimento destes sintomas, é que consultem o pediatra. Nada de medicação sem a prescrição médica.
As fezes vão mudando com o tempo, especialmente depois que a alimentação sólida é introduzida no dia a dia da criança. Elas poderão ficar mais consistentes e com alguns pedaços de alimentos, já que a criança precisa aprender a importância da mastigação, um outro aspecto que deve ser observado pelos pais e cuidadores: estimular a criança a mastigar bem e devagar.
Com essas dicas, que retiramos da matéria da revista Crescer (Cocô do bebê: o que é normal) ,ficarão muito mais tranquilos.
fonte: http://desenvolvimento-infantil.blog.br/
Apoio:
Marcadores:
bebê,
desenvolvimento infantil,
educação infantil,
Saúde infantil
segunda-feira, 16 de março de 2015
Bebês distinguem o bem e o mal?
Para o professor de ciências cognitivas Paul Bloom, a resposta a esta pergunta é “sim”. Um estudo que ele realizou, e expõe em um livro, reforça a ideia de que nascemos fazendo nossas escolhas morais e vamos moldando-as usando a razão e o raciocínio. Será mesmo? Leia este post e tire as próprias conclusões, que podem ajudá-lo no seu trabalho na Primeira Infância.
A matéria saiu na revista Veja e achamos importante compartilhá-la com você, para ampliar suas reflexões sobre o desenvolvimento da criança pequena. O que a reportagem traz é o depoimento do canadense Paul Bloom sobre bebês e moralidade.
Com sua equipe, o especialista em desenvolvimento cognitivo fez uma pesquisa com crianças de três meses a um ano de idade. Em suma, a partir dos resultados, ele concluiu que parte de nosso senso moral nasce com a gente. Outra parte é cultural, moldada pela nossa razão a partir das realidades que nos cercam.
Para justificar essa afirmação, ele ressalta que as crianças, logo após o nascimento, já são capazes de discernir atitudes gentis das hostis. Na entrevista à revista ele conta: “Um de nossos experimentos, com bebês entre seis e dez meses, mostrava um show de fantoches em que uma bola tentava subir uma ladeira e era auxiliada por um boneco ‘bom’, ou empurrada para baixo por um boneco ‘mau’. Eles preferiam, invariavelmente, a personagem ‘boazinha’. Isso sugere que eles contam com uma apreciação geral do comportamento bom e mau”.
Em outro experimento, bebês de cinco meses aproximaram-se de fantoches que foram solidários com um fantoche “mau”. Os de oito meses gostaram mais do fantoche que castigou o considerado “mau” na história, revelando a probabilidade de que, em algum momento pós os cinco meses, as crianças passam a ficar ao lado de quem pune e é justo.
Para o psicólogo, a moral inata é muito limitada e é por meio da razão, também moldada por forças evolutivas, que passamos a desenvolvê-la no decorrer da vida.
Também afirma que pessoas muito ligadas ao bebê, especialmente a mãe, influenciam na formação moral do bebê. Ou seja, o papel dos adultos – inclusive o seu – nesse desenvolvimento é determinante.
A entrevista com o especialista traz muitas informações interessantes, que você pode conferir na íntegra.
O livro de Paul Bloom, que fala dos resultados do estudo, chama-se “O que nos faz bons ou maus”, publicado pela Editora Best Seller.
fonte: http://desenvolvimento-infantil.blog.br/
Apoio:
![]() |
| www.repipiu.com.br |
Marcadores:
bebê,
desenvolvimento infantil
Assinar:
Postagens (Atom)



