quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Peppa Pig e família_Pronta Entrega !


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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Cooperação: como ajudar os pequenos a serem solidários?




A primeira dica para fazer com que a criança atenda a uma solicitação é não perguntar, mas pedir. No lugar de “você pode guardar os brinquedos?” melhor usar “por favor, guarde os brinquedos no lugar”. Se você pergunta, pode parecer que está dando ao pequeno a oportunidade de responder “não”, ou seja, de fazer uma escolha. Mas, há certas situações em que não tem de escolher entre um e outro, mas, simplesmente realizar o que se pede. Para os pais, essa dica é importante. Porque eles se frustram muito quando os filhos não os atendem. Então, é melhor deixar as perguntas de lado e adotar solicitações gentis e diretas.
Vale lembrar que crianças pequenas (e as maiores também) estão sempre procurando maneiras de ficar no controle. Se o adulto lhes dá algum “poder” elas vão usá-lo.
O tom de voz é outra estratégia que vale ser trabalhada. “Pesquisas mostram que as crianças ficam muito mais adeptas à cooperação quando os pais usam um tom de voz tranquilo”, afirma Alan E. Kazdin, PhD, professor de psicologia e psiquiatria infantil da Universidade de Yale, que concedeu entrevista sobre o tema a revista Pais e Filhos.
Ele ressalta que, quando se dá instruções à criança, é fundamental ser muito claro sobre o que se espera dela. Segundo Dr. Kazdin, “por favor, guarde todos os lápis e canetas que estão jogados em cima da mesa” é muito mais eficiente que “não te pedi para recolher todo os lápis de cor?”.
Outro detalhe: o “obrigado” ao final de cada solicitação é uma forma de reconhecer os esforços da criança e ajudá-la a se tornar uma pessoa solidária e cooperativa, porque vai entender que ajudar é bom, é uma atitude valorizada.
Uma dica para conseguir a cooperação dos pequenos é dar a eles duas opções – de preferência que os agradem. Por exemplo: “Você vai guardar os carrinhos ou prefere juntar as revistas?”. É uma situação em que, qualquer que seja a escolha, todos sairão ganhando. Assim, como educador, você oferece à criança o senso de controle e ela estará pronta a fazer a sua opção.
Aliás, dar dois ou três caminhos para uma criança pequena é muito mais orientador do que oferecer um leque de possibilidades ou fazer perguntas como “do que você quer brincar agora?”. Segundo especialistas, nessa etapa da vida ela ainda precisa de parâmetros objetivos e simples de escolha.
Vale ressaltar que as respostas às solicitações serão mais rápidos e bem-sucedidas se você se ater aos fatos, ou seja, dizer claramente o que quer da criança.
No quadro abaixo, confira algumas situações para inspirá-lo. São dicas bacanas :
Ao invés de: “Seu quarto está uma bagunça. Você tem cinco minutos para pegar todas essas roupas do chão”.
Diga: “Se essas roupas não estiverem na máquina de lavar, não serão lavadas. Tire cinco minutos para recolher todas elas, por favor”.
Ao invés de: “Quando você vai alimentar seu peixe?”
Diga: “Os peixes parecem famintos. Está na hora de dar comida a eles”.
Ao invés de: “Você poderia colocar logo seu tênis? Estamos atrasados”
Diga: “Ponha seu tênis, estamos atrasados”.
Agora que você já tem mais subsídios para ajudar os pequenos a desenvolverem a habilidade da cooperação, aproveite para ler a aqui a matéria completa que inspirou este post.

fonte:www.desenvolvimentoinfantil.com.br

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

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terça-feira, 26 de agosto de 2014

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O que é ser mãe ?


AULAS DE MÚSICA MELHORAM APRENDIZADO DE LEITURA PARA CRIANÇAS COM DIFICULDADES, DIZ ESTUDO




Veículo: O Globo (RJ)​
Pesquisadores também acompanharam o desenvolvimento cerebral dos alunos
Aulas de música na escola podem melhorar as notas em leitura de alunos com baixo desempenho. Essa é a principal conclusão de uma pesquisa que foi apresentada à Associação Americana de Psicologia. Entendida como uma forma de linguagem, aulas de canto ou de instrumentos musicais podem aumentar o rendimento em habilidades como escrita e compreensão de texto em qualquer idioma.
Estudos anteriores já haviam destacado que a aprendizagem da música pode melhorar a concentração, memória e concentração das crianças na sala de aula, melhorando as suas funções neurais. No entanto, esta foi a primeira pesquisa a se concentrar em crianças com baixos desempenhos acadêmicos.
Os pesquisadores acompanharam grupos de estudantes ao longo de dois anos, sendo um deles com aulas de música. Ao todo, foram mais de 100 crianças de regiões pobres de Chicago e Los Angeles. Todas as crianças tinham QIs semelhantes e capacidade de leitura no início do estudo.
Ao comparar os resultados após dois anos, descobriu-se que dar aulas regulares de música por cinco ou mais horas por semana impediu qualquer declínio em habilidades de leitura, o que seria normalmente esperado em áreas mais pobres.
Outro grupo de alunos adolescentes participou de ensaios de bandas ou aulas de canto diariamente na escola, enquanto os pesquisadores registravam suas ondas cerebrais para avaliar como eles responderam a sons da fala.
Após dois anos de formação musical, os resultados mostraram que o grupo musical foi mais rápido e mais preciso para distinguir um som do outro, principalmente quando havia o ruído de fundo, em comparação a um grupo que não participou de nenhuma atividade musical.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014



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Você sabia que a birra faz parte do desenvolvimento infantil?




A paciência dos profissionais da educação e dos cuidadores sempre é posta à prova quando o assunto é a birra das crianças, especialmente quando os pequenos estão na faixa dos dois e quatro anos. É justamente nessa etapa de desenvolvimento que as manhas afloram, justamente porque é quando as crianças começam a desenvolver a identidade e a vontade própria. Ou seja, até as birras podem virar aprendizado, se você souber como lidar com elas.
Mas, em que momento elas surgem no dia a dia dos pequenos? Eles são dependentes e quando se deparam com suas limitações e com os “nãos”, frustram-se e perdem o controle. O berreiro ou o debater-se no chão, aos gritos, significa algo como: “quero fazer isso do meu jeito e não do seu!”. Como a criança ainda não desenvolveu a sua capacidade de saber esperar, não tem a noção do tempo, ela fica desassossegada e angustiada porque não consegue o que quer na mesma hora.
É hora de agir e ajudá-la a entender que existem outras maneiras mais tranquilas de se comunicar. Deixar que a birra torne-se uma reação frequente e comum da criança pode comprometer a sua personalidade e prejudicar as relações futuras. Por isso, fique ligado nestas dicas.
1. Respire fundo. Claro que é difícil manter a tranquilidade diante de um escândalo do pequeno, mas, seu equilíbrio é essencial. Por isso, respire fundo eespere que a criança se acalme. Se necessário, leve-a para um local isolado. O que é importante ter sempre em mente: esse comportamento é normal, faz parte do desenvolvimento, mesmo que seja desagradável. Caso a criança se debata e possa machucar-se, segure-a firme e diga, com calma, para ela se tranquilizar. Quando isso acontecer, converse amigavelmente. Se for o caso, pegue-a no colo, porque ela precisa entender que é amada, mas que esse comportamento não é aceitável. Uma boa estratégia para desviar a atenção da birra é pedir à criança que o ajude em alguma atividade. Aqui você estará mostrando a ela a importância do respeito ao outro e que a colaboração e o afeto são importantes.
2. Mas, por quê? Ao dizer um “não”, explique por quê. Nessa fase, as crianças ainda não entendem bem qual o sentido das regras. Por isso, precisamconhecer as razões para acolhê-las. Mas, nem sempre elas compreendem que uma mesma regra vale para outras situações. Por isso, a repetição é necessária.
3. O que está acontecendo? Depois que a crise passar, converse com a criança, fazendo perguntas simples: “o que aconteceu?”, “por que você está agindo assim?”. Escute as respostas para entender se aquele comportamento é normal ou exagerado. Vamos supor que a criança se recuse a brincar de algo específico. Ela pode ter vivenciado alguma experiência traumática que a atividade a faz relembrar. Vale uma análise de cada caso.
4.Exemplo é tudo. É importante que você seja exemplo de autocontrole, porquesuas atitudes e os seus comentários são absorvidos cotidianamente pela criança.
5. Vamos combinar? Uma boa estratégia para evitar as birras são os combinados. Por exemplo, a criança faz manha porque não quer ajudar a guardar os brinquedos após a atividade. Você entra com uma combinação: “Tudo bem não guardar agora, mas que tal você guardar antes de ir para o parquinho?”. Acolher o desejo da criança cria a possibilidade de ela refletir sobre a responsabilidade que tem sobre seus atos. Para o combinado valer a pena, precisa ter algum tipo de recompensa, se for cumprido, e de consequência, se não for. Caso contrário, o esforço não terá sentido para a criança e ela vai pensar que normas não precisam ser obedecidas. No caso do exemplo que demos aqui, a recompensa pode ser um forte abraço ou um cartãozinho com um desenho afetivo feito por você, valorizando a atitude da criança. Se ela não cumprir, não poderá ir ao parquinho aquele dia, fazendo outra atividade.
6. Um cantinho pra pensar. Quando a criança faz um tipo de birra inegociável, como desrespeitar alguém, seja firme e chame-a para uma conversa em que você aponte o que significa a atitude dela e que esse comportamento não é admitido. Depois disso, em um cantinho pré-definido, mas que não a isole nem cause qualquer tipo de medo, peça à criança que fique por alguns momentos, refletindo sobre o que fez. O ideal é um minuto para cada idade. Se a criança tem três anos deixe-a no cantinho por três minutos. Passado o tempo, estimule a criança a dizer o que sentiu e a pedir desculpas pelo que fez.
7. Elogie sempre! Elogiar é essencial para a autoestima dos pequenos. Quando a criança cumprir algum combinado ou entender, sem birra, que ela não poderá ser atendida na hora ou do jeito que quer, enalteça a compreensão dela.

fonte: www.desenvolvimento-infantil.blog.br

quinta-feira, 21 de agosto de 2014


               Festival de pezinhos estilosos !!!!                                       

                                  Girls 

                                           and boys !

                                                                     

 Pra ajudar, tabela de medidas !

tags: sapatos, bebês, nenê, tênis, sapatilhas, boneca, primeiros passos

quarta-feira, 20 de agosto de 2014


Afinal, o que é a primeira infância ?


De um modo geral, chama-se Primeira Infância ao período que vai desde a concepção do bebê até o momento em que a criança ingressa na educação formal. Isso quer dizer que a Primeira Infância engloba a gestação, o parto e os primeiros anos de vida da criança. Como o início da educação formal não se dá na mesma idade em todos os países, há diferentes noções do final da Primeira Infância. No Brasil, consideramos que a Primeira Infância acaba quando a criança completa seis anos de idade.

A Primeira Infância é um período muito importante para o desenvolvimento da criança e as experiências dessa época são relevantes para o resto da vida, mesmo aquelas que acontecem durante a gestação e enquanto o bebê é pequeno, ainda não sabe falar e nem tem memória apurada dos fatos que acontecem à sua volta. 
Durante a Primeira Infância ocorrem o crescimento físico, o amadurecimento do cérebro, a aquisição dos movimentos, o desenvolvimento da capacidade de aprendizado, a iniciação social e afetiva, entre outros, e cada um desses aspectos é interligado com os demais e influenciado pela realidade na qual a criança vive. 
Os estudos mostram que quanto melhores forem as condições para o desenvolvimento durante a Primeira Infância, maiores são as probabilidades de que a criança alcance o melhor do seu potencial tornando-se um adulto mais equilibrado, produtivo e realizado. 

Para acompanhar essas e outras postagens sobre a primeira infância, curta nosso blog !

fonte: http://www.fmcsv.org.br/

Que tipo de família faz uma criança feliz?





O que a pesquisa detectou é que crianças que vivem com um pai, com dois pais, com uma mãe ou com o padrasto podem ser tão ou mais felizes que meninos e meninas nascidos e criados em famílias de composição tradicional.
Segundo Jennt Chandreau, da equipe NatCen Social Research que conduziu o estudo, “é a qualidade dos relacionamentos em casa que importa – e não a composição familiar”.
Crianças entrevistadas, de sete anos, que declararam ter uma boa relação com os irmãos, divertirem-se com a família nos finais de semana, ter pai, madrasta ou outro responsável, que cuida delas e que não usa a violência física nem verbal, disseram sentirem-se felizes o tempo todo.
Os pesquisadores analisaram dados coletados de treze mil crianças britânicas de sete anos, que participaram de uma pesquisa em 2008. Não houve diferença significativa nos níveis de felicidade entre as crianças em três situações parentais diferentes: um pai biológico e padrasto; dois pais biológicos ou residindo com um único pai.
No geral, 36% das crianças disseram que estavam felizes o tempo todo, e 64% afirmaram que se sentiam felizes às vezes ou nunca.
O que também foi percebido é que a felicidade dos pequenos sofre forte influência das relações com outras crianças, na escola.
A equipe NatCen Pesquisa Social também analisou dados colhidos em entrevistas com 2.700 crianças britânicas entre onze a quinze anos e encontraram resultados semelhantes aos das crianças mais novas.
Vale uma abordagem com os pais para falar dessa realidade e, também, uma atenção redobrada na escola para detectar quando hostilidades entre os pequenos podem ocorrer e afetar o seu bem-estar.
Confira a matéria completa e conte aqui pra gente se você já presenciou situações ou conheceu crianças, no seu trabalho, que demostravam infelicidade, e como conduziu esse problema na escola.

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Porque o bom é ser criança !!!!

 

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